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quinta-feira, 28 de maio de 2009

O amor e o casamento - Parte 1



Esse artigo é resumo de uma palestra proferida em 1990 e publicada no livro Vida a Dois. Meu objetivo aqui é tratar de um tema básico: as questões do amor e do casamento.

Desde 1975, no meu livro Dificuldades do Amor, venho apontando, junto a vários outros autores americanos, a clara relação que existe entre certos tipos de encantamento amoroso – em particular a paixão – e os vícios, ou as dependências psíquicas em geral. Na verdade, o amor e o vício são muito parecidos, porque ambos determinam o mesmo tipo de busca desesperada do objeto – e nesse sentido enquadra-se também o vício do cigarro, cujo tema é profundamente tratado no meu livro Cigarro: Um Adeus Possível. Além deste, há mais dois outros, também de minha autoria, que abordam a temática do vício: Vício dos Vícios e Deixar de Ser Gordo.

Falar sobre esse assunto não foge muito ao que desejo abordar aqui, mais persistente e obsessivo, que é o do amor. Versar sobre as questões do amor e do casamento, homem e mulher significa falar da necessidade absoluta de separar sexualidade de amor como dois impulsos essencialmente antagônicos.
É uma visão heterodoxa: o próprio Freud o considerava como uma expressão sublimada da sexualidade e, portanto, colocava os dois impulsos na mesma categoria, gerando um enorme volume de equívocos que a maioria dos profissionais de psicologia continua cometendo até hoje. Tal volume leva a um amontoado de complicações no plano teórico, determinando, provavelmente, subprodutos graves – como em um problema de matemática em que se erra em uma conta: a dificuldade vai aumentando e se agravando ao passar às etapas seguintes.

Para mim, o amor é um impulso que surge desde o momento do nascimento e busca devolver à criança a paz sentida durante o período uterino; ou seja, o amor como busca de harmonia através da aproximação física e, talvez mais tarde, espiritual com outro ser humano, ou como fenômeno obrigatoriamente interpessoal que busca a paz. Convém lembrar que o nosso primeiro objeto de amor é a mãe.

As manifestações da sexualidade surgem pela primeira vez no fim do primeiro ano de vida e fazem parte do processo de individuação, isto é, quando a criança começa a se reconhecer como criatura independente da mãe e inicia a pesquisa do próprio corpo. E é quando ela realmente descobre que ao tocar certas partes, provoca-lhe uma sensação muito especial: um tipo de excitação física percebida como agradável. É a excitação sexual – fenômeno de desequilíbrio, ao contrário do que acontece com o amor, que é um fenômeno homeostático, a sexualidade é um desequilíbrio homeostático. Amor é paz, aconchego e sexo é excitação, ação, movimento.

É talvez por essa razão que Freud tenha tão insistentemente falado na idéia de sexo como impulso vital por excelência. Na realidade, para mim e do ponto de vista mais teórico, o instinto do amor ou o amor como instinto substitui, na concepção psicanalítica, o conceito de instinto de morte. Freud reconhecia a existência da dupla tendência no ser humano: uma para a ação e outra para a inércia, ou para a paz e para a ausência de tensão; só que ele considera isso como uma busca da morte. E acho mais razoável imaginar que o ser humano, ao buscar algo, procure reencontrar o que já vivenciou ao invés de buscar encontrar o que desconhece.

Do ponto de vista técnico ou científico, não podemos considerar a morte um fenômeno conhecido. É possível que algumas pessoas pressintam acerca do que acontece na hora da morte; mas não nos baseemos nisso. Aliás, para o próprio Freud, como ateu, foi difícil imaginar coisas sobre a morte, até porque um ateu não pode ter nenhuma idéia do que ela realmente seja, a não ser a suposição de que pela falta de oxigenação das células cerebrais, o indivíduo pare apenas de sentir. Mas não sabemos se isso é obrigatoriamente paz ou não; é apenas uma conjetura e não podemos conjeturar, temos de ter coisas um pouco mais sólidas. Podemos fazer conjeturas em psicologia, mas elas têm de um dia se transformar em experimentos que possam ser confirmados ou infirmados.
Um dos grandes problemas contemporâneos e, principalmente, da psicanálise é esse: colecionar um enorme volume de hipóteses que não podem ser questionadas afirmativa e nem negativamente. Quer dizer, ficam como autos-de-fé: quem acredita, acredita, quem não acredita, acreditasse!

Então, essa separação entre sexo e amor parece-me absolutamente fundamental, sobretudo porque o amor, além de ser um fenômeno interpessoal, é uma busca permanente do ser humano em todas as outras fases da vida, completamente diferente, em essência, da busca sexual. É evidente que a partir da puberdade, quando ambos se misturam, isso pode virar uma série de confusões, já que as buscas amorosas e depois eróticas tentam encontrar um caminho comum; e isso nem sempre é tão automático ou fácil; volto a dizer: o amor é obrigatoriamente um fenômeno interpessoal, não existindo, portanto, por si mesmo; ele só existe por um objeto externo; e é paz, é homeostase.

O sexo – na sua origem pelo menos – é um fenômeno essencialmente pessoal, ou seja, a criança descobre a sexualidade tocando em si mesma. A idéia de que a sexualidade infantil é basicamente auto-erótica aparece de forma clara na obra de Freud. Na minha opinião, ela persiste como tal pela vida afora, apesar de surgirem elementos interpessoais a partir da puberdade; mas é basicamente um fenômeno pessoal, é excitação e não harmonia, é o oposto do amor. Isso, certamente, poderá ser o responsável por alguns dos ingredientes mais fundamentais das dificuldades posteriores de todo o ser humano.

Se vocês quiserem colocar isso em um outro tipo de linguagem e adotar, por exemplo, a maneira de pensar de um filósofo importante desse século – chamado Arthur Koestler –, poderíamos falar mais sobre a dupla tendência do ser humano: uma para a integração (em um livro de sua autoria intitulado Jano, que é um deus antigo de duas faces) –, ou seja, a tendência para se sentir parte de um todo maior, que corresponderia à manifestação do que estou chamando de instinto do amor – e uma outra para a individuação e a individualidade; o indivíduo quer ser parte de um todo e ser unidade em si mesmo. Esta tendência corresponderia, basicamente, à manifestação sexual, que na sua versão adulta se acresce de um ingrediente importantíssimo que eu venho chamando de vaidade (um fenômeno auto-erótico ligado ao prazer de se exibir).

Dessa forma, essa dupla tendência corresponde à dualidade básica de todos nós; e obviamente, as boas soluções para a vida são aquelas que encontram soluções de harmonia entre a dupla tendência assim oposta, o que, evidentemente, não é fácil! Isso explica porque nesses últimos dez mil anos de história os resultados obtidos para solucionar a questão do homem não são tão brilhantes. Se assim o fosse, certamente já teríamos soluções mais bem-sucedidas e harmoniosas há muito tempo. Nós estamos tentando resolver um quebra-cabeça muito complicado, que é encontrar uma solução que satisfaça todas as partes do psiquismo humano.

Rotina e monotonia no casamento e na relação



por Ramy Arany - kvt@uol.com.br

Chamamos de casamento a relação entre duas pessoas que decidiram, escolheram, juraram e se propuseram a se amarem para sempre, viverem juntos para sempre, serem fiéis um ao outro para sempre, felizes um com o outro para sempre; constituírem um lar juntos; uma família juntos; enfim, "tudo" junto e para sempre.

Passado um tempo, observamos que esta proposta inicial carregada de ideais, de certezas e de sonhos perde as raízes que a originaram e o casamento e a relação entre os companheiros se transformam em "fontes de problemas", muitas vezes somente solucionados pela separação.
Penso que o relacionamento entre duas pessoas que escolheram "o viver juntos para sempre" necessita ser "construído" no dia-a-dia do casamento.

Assim, é possível planejar: a compra de uma casa; da decoração desta casa; da festa do casamento; da viagem de lua-de-mel; de filhos e etc., porém, não dá para planejar exatamente o relacionamento no dia-a-dia, pois este depende de inúmeros entrecruzamentos que ocorrem na vida cotidiana e que acabam por interferir benéfica ou negativamente na relação, no casamento.

No casamento, cada um tem seu modo de ser, um modo de agir, de sentir, tem uma individualidade, uma maneira de se comunicar com as situações da vida. Por mais que se amem, um não é igual ao outro, não pensam exatamente igual, não sentem exatamente da mesma forma, etc. Porém, é necessário que possuam algo em comum que os una de uma forma mais verdadeira, como por exemplo: os valores essenciais, os objetivos de vida, a visão de vida dentre outros. Sem isto, a relação fica muito prejudicada, pois passada as primeiras euforias, que são as novidades da relação, logo aparecem as dificuldades, as desilusões as famosas frases: "antes você não era assim, você escondeu muito bem o que realmente você é, você me enganou direitinho..." dentre outras.

Para que o relacionamento não acabe desta forma, é necessária a observação mais profunda da comunicação no dia-a-dia, e saber construir a própria relação que deve ser uma constante evolução, pois a construção traz verdadeiramente o ir além dos sonhos e dos desejos, ou seja, esta "relação ideal" passa a ser um foco concreto de trabalho onde ambos são responsáveis por sua existência e pelo seu progresso. Desta forma, na consciência de que a relação é construída no dia-a-dia, a rotina passa a ter um entendimento diferente, onde ela cumpre a missão de ser aliada da relação e não a grande vilã, ou seja, a culpada, pois sentar e conversar para construir a harmonia do casamento se torna a verdadeira rotina a ser sustentada. Todos os dias são necessárias as atividades normais do cotidiano para a sustentação da existência, sendo assim, por que o conversar não pode se tornar uma dessas atividades?

É uma tendência do feminino a busca pelo alinhamento da relação quando algo não vai bem, pois normalmente são "elas" que chamam "eles" para conversarem e acertarem a relação. Porém, penso que quando o casal é consciente de que a relação deve ser construída, que a rotina não existe, pois a cada dia podemos fazer as coisas comuns de nossas vidas com uma nova visão, e, que, o que buscamos no nosso casamento necessita ser conversado, compreendido, colocado como um foco de trabalho e buscar sempre o ponto em comum da relação, tudo então passa a ser possível de ser atingido no passo a passo da construção.

Outro ponto muito importante é a crença de que a relação tem que ser igual para sempre. Se antes ela era ótima, maravilhosa, plena, onde tudo era perfeito, ela tem que ser sempre assim. Às vezes, o contrário também ocorre: antes ela era ruim, superficial, insegura e por isto também não irá mudar, será sempre assim. Na natureza, nada é igual para sempre, pois tudo é em contínua transformação. Penso que nós também somos assim, bem como tudo que envolve nossa vida, nossa existência. Desta forma, um casamento não é igual para sempre, o amor não é igual para sempre, a relação não é igual para sempre; porém, necessitamos saber acompanhar as mudanças e aceitá-las para não vivermos de sonhos ou de ilusões que nos prendem no passado de nossa existência nos impedindo de vivermos o presente onde tudo está acontecendo.

A amizade entre o casal também é uma grande base de sustentação, pois o amor entre duas pessoas pode nascer num primeiro momento de um sentimento mais físico de atração, por exemplo, porém, sem a amizade verdadeira que traz a cumplicidade, não há relação que perdure e que acompanhe as mudanças normais e naturais do relacionamento. É necessário desconstruir a crença de que casal que se ama não são "amigos"; que amizade é "uma coisa" e amor entre casal é "outra coisa".

Pela experiência de meu trabalho como terapeuta, constato que os relacionamentos mais harmônicos, mais duradouros, mais plenos, mais resistentes às dificuldades e os mais antigos são os que existem amizade entre o casal.

Não acredito em rotina ruim nem em monotonia, pois de acordo com a natureza tudo sempre é em movimento contínuo e o dia se completa com a noite que se completa com o dia que se completa com a noite e, assim, continuamente impulsionando nossa existência. Desta forma necessitamos desconstruir a crença de que a rotina leva a monotonia e que ambas são as destruidoras das relações entre casais que se amam.

Algumas dicas:
1- Ao notar dificuldades com o companheiro busque conversar sobre sua observação.
2- Ao observar dificuldades consigo mesmo busque conversar sobre elas com o companheiro.
3- Construa sua relação passo a passo sem buscar efetivamente o "resultado".
4- O amor não é igual para sempre, pois tudo sofre transformação contínua.
5- Aprenda a evoluir com as mudanças, pois elas podem ser muito positivas, principalmente, quando somos flexíveis e as acompanhamos.
6- Construa o caminho da harmonia da relação ao invés de procurar a perfeição.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Clássico remodelado

O casamento tradicional, em que os noivos dizem “sim” na igreja e recepcionam seus convidados para um grande jantar, seguido pela valsa nupcial e um baile, ainda é o mais procurado pelas noivas. Mas, para que tudo saia de acordo como o sonhado pelo casal, é necessário que o evento comece a ser pensado com, pelo menos, um ano de antecedência.

“Precisamos de todo esse tempo para que seja possível conciliar a igreja, o local da festa e a agenda do produtor ou cerimonial, principalmente se a data escolhida for um sábado”, diz o produtor. Pode parecer exagero, mas não é.

O buquê tradicional é o redondo, mas nada impede que a noiva use um de braçada ou de cascata

No casamento tradicional, a decoração do bolo é feita com flores

O vestido deve ser branco, ter véu e cauda longa para não fugir da tradição

O buffet, utensílio utilizado para servir bebidas quentes, não pode faltar na festa

Confira outras opções de festas
Sofisticado: O luxo está nos detalhes

Alternativo: Cenário tropical


Além disso, o horário da cerimônia tem papel primordial no evento. “O mais adequado é que seja marcado na igreja entre 20 horas e 20h30. Casar-se de manhã ou no meio da tarde e servir um coquetel, por exemplo, quebra o conceito de tradicional”, diz a produtora.

O bolo é um dos itens do casamento em que se pode fugir um pouco da tradição. “Fica interessante um toque moderno, como utilizar os bonecos dos noivos em forma de caricaturas em cima do bolo.”

Outro cuidado que os noivos devem ter é com a decoração da igreja e do salão. “O casamento tradicional pede flores claras na igreja e o que mais se usa é um mix de flores brancas, como rosas, gérberas, bocas-de-leão e lírios”, conta a organizadora de festas. Já outros elementos do salão devem ser decorados com cores clássicas harmoniosas, como preto e branco ou marrom e preto ou, ainda, só o fendi (tonalidade próxima entre o verde e o marrom), “O laranja e o dourado tendem mais para o moderno e fogem muito das cores tradicionais.”

A tradição de o pai da noiva pagar a conta toda não é mais a mesma. “Hoje, normalmente, divide-se o valor total entre os pais do casal. Muitas vezes são os próprios noivos que pagam tudo.”


Igreja

Cenário do momento mais especial de qualquer casamento, o tão esperado sim
e a bênção do ministrante, seja qual for a religião dos noivos, a igreja precisa ser reservada com mais de um ano de antecedência, principalmente se a escolhida por uma das conhecidas como casamenteiras, como a Santa Terezinha, e a Santo Agostinho. Além disso, se a cerimônia for na Igreja Católica, é preciso tomar cuidado com a decoração e com os novos trâmites da celebração: os noivos devem entrar sem o acompanhamento dos pais e com a aliança na mão direita. Os padrinhos não fazem mais parte do cortejo e devem esperar nos bancos da frente. Apenas dois casais de testemunhas são autorizados a entrar antes dos noivos. Na decoração não deve haver ostentações. O mais adequado é utilizar flores brancas e esquecer os véus que ligavam as fileiras de bancos.

Recepção

O cardápio da festa é um dos pontos mais importantes. Neste caso, o mais utilizado é o bufê americano, em que as pessoas levantam de suas mesas para se servirem. No menu, o ideal é ter uma carne vermelha, uma branca, uma ou duas massas e, pelo menos, quatro acompanhamentos. Para que seus convidados não fiquem esperando ansiosamente pelo jantar enquanto as fotos com os padrinhos e familiares mais próximos são feitas, a dica é ter uma mesa de antepastos ou servir canapês nas mesas. O que também não pode faltar é um vinho tinto (cabernet-sauvignon), um branco (chardonay) e um espumante (moscatel).
Já os uísques mais servidos são de 8 ou 12 anos.

Música e fotos

Para animar os convidados, o ideal é uma banda que toque os mais diferentes estilos de música, já que o público é composto por uma variada faixa etária. Já na hora da contratação da empresa o responsável pela foto e vídeo, é importante que se pense em alguém que faça as fotos tradicionais, posadas, e aquelas em que momentos de descontração são flagrados durante a festa.

Bolo e Doces

No casamento que segue a linha tradicional, a decoração do bolo é feita com flores. As mesas de doces são muito importantes não apenas por seu conteúdo, mas também por fazerem parte da decoração. Além disso, o aroma do próprio café é uma atração à parte. O que não pode faltar em uma celebração tradicional utensílio de prata utilizado para servir bebidas quentes e que lembra um grande bule. Os licores achocolatados ou frutados também podem estar nesta mesa, ao lado de bolachinhas e dos bem-casados, a mais tradicional das lembranças.

Roupas

O vestido da noiva tem de ser branco. Qualquer outra cor, mesmo que seja em tons que puxem para o pérola, foge da tradição. Além disso, o véu e a cauda longa fazem parte da peça mais especial para a noiva, como foi para Renata Castro (foto), filha da estilista Beth Castro. Os tecidos utilizados por ela na criação desse modelo é o xantungue de zibelina de seda e renda londrina. Para primeira locação, o vestido sai a partir de R$ 3,5 mil e, para compra, a partir de R$ 6 mil. A grinalda não tem flores, apenas pedras, como cristais ou zircônia. Já o noivo tem duas opções: o meio-fraque ou um terno escuro, de preferência o preto. As alianças devem ser em ouro amarela, com ou sem pedras ou outros detalhes.

* * * * *

Sonhos para o dia do sim

Desde novembro do ano passado, joana, 26 anos, está deixando o cabelo crescer. Antes que muitos pensem que está mais do que na hora de aparar as madeixas, a vendedora explica o motivo. “Vou deixar bem comprido para poder fazer um penteado preso no dia do meu casamento”, diz. Há cinco meses, ela e o noivo, o Agronomo Carlos, 23 anos, decidiram a data do grande dia: 20 de fevereiro de 2010. “Estou preocupada porque não começamos a ver nada e sei que essas coisas demoram”, explica.

Casar na igreja sempre foi um desejo de joana. “Me imaginava entrando de véu e grinalda, de braço dado com meu pai, ao som de violinos”, conta. E assim será: ela e carlos já combinaram que haverá cerimônia religiosa. A escolha foi a paróquia do São Judas Tadeu, próxima à casa dos pais do noivo, vai depender da disponibilidade da igreja. A ideia do violino, contudo, é mais difícil de ser concretizada. Desde o início de 2008, a Igreja Católica determinou que só músicos previamente cadastrados podem tocar nas celebrações. Os artistas, segundo ela, além de raros na cidade, cobram preços altíssimos. “Infelizmente temos de limitar os gastos.
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Saiba mais
Passo-a-passo
Programe-se
joana sonha com uma festa de casamento. “Quando era pequena, eu olhava as fotos da festa deles e queria que a minha também fosse em um salão bem grande e tivesse um bolo decorado com noivinhos”, diz. Diogo também já prometeu fazer a vontade da noiva. Eles planejam organizar uma festa para 300 pessoas em algum restaurante. “Será somente a família e os amigos”. Quem não pode faltar na festa? As amigas de infância da noiva. “Nós crescemos juntas. Elas têm que estar aqui quando eu disser o sim”, diz.

Com a ajuda da cunhada, da sogra e da mãe, joana quer sair à procura de seu vestido, ao estilo princesinha. “não quero nada muito sexy para não destoar”, conta a noiva que prefere um modelo de vestido com alças, tipo corpete, saia rodada bordada com pedrarias e uma pequena cauda. Para entrar na igreja ela quer vestir véu e grinalda. “Também não abro mão do dia da noiva. Vai ser uma delícia.”

Sair no meio da festa rumo à lua-de-mel também faz parte do casamento dos sonhos de joana. “Acho lindo ver nos filmes os casais saírem nos carros com latinhas penduradas, escrito recém-casados. Se eu pudesse escolher qualquer lugar no mundo, iria para uma praia deserta com o mar bem azul”, afirma.

Assim como joana, para muitas mulheres planejar a festa de casamento é imaginar o dia em que o sonho de subir ao altar torna-se realidade. Mesmo que isso implique em meses de planejamento, inúmeros detalhes e até pequenas frustrações, a experiência pode – e deve – ser prazerosa e gratificante. Isso vale tanto para casamentos tradicionais quanto para luxuosos e alternativos, que serão apresentados nas próximas páginas.